3 Comentários para “As agências de viagem do interior e o mercado de viagens corporativas”

  1. Luciana M. de Campos disse:

    Boa tarde Amadeu!

    Primeiramente gostaria de agradecer pelo seu artigo… chegou em na hora certa, no momento exato!
    Por toda minha experiência, 20 anos atuando na aérea de turismo, venho trabalhando em prol do turismo de negócio aliado ao trabalho personalizado visando sempre superar a expectativa do empresário de pequenas e médias empresas (lembrando que, a tendência é de que o pequeno hoje poderá ser o grande de amanhã) buscando o algo a mais em cada viagem realizada. Hoje, o que vendemos não são viagens e sim EXPERIÊNCIAS!!!
    A minha agência – LUKATUR Turismo está no mercado há 5 anos porém, estruturada e com equipe especializada para atender este público que, no momento representa 80% do nosso faturamento.
    Em parceria com o Sebrae-ABC e com a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC ( http://www.agenciagabc.com.br )estamos trabalhando para qualificar o agente de viagem, quebrando paradigmas, saindo da mesmice…
    Vamos inovar!!!
    Se quiser podemos marcar um café, para discutirmos este projeto e/ou nosso trabalho!
    PS* Parabéns pela matéria!!! Uma sugestão para a próxima reportagem: “COMMODITIES, COISA DO PASSADO” ou algo assim… rsrsrsrs

  2. Vinicius Gozzi disse:

    Boa tarde…

    Me identifiquei tanto com o texto, e portanto devo fazer meu comentário.

    Primeiro para endossar em 100% a opinião do colunista.

    E segundo para relatar, que realmente a base e o meio da pirâmide de consumo de viagens tem um vigor negligenciado. Há empresas desconhecidas, tidas como pequenas, em franco crescimento e realizando muitas viagens.

    Nós da Seiva Business Travel acreditamos nesse mercado e é nele que conseguimos transformar uma agência de lazer com 2 funcionários numa TMC, hoje com 7 colaboradores, clientes consolidados e tecnologia de ponta.

    Sabemos que a concorrência é brava, mas conforme a matéria, com bons serviços, seremos sempre importantes.

    Acho que vale apostar; no real sentido da palavra: portanto exigindo investimentos e riscos !!!
    Se der errado, por qualquer motivo, também acho que não é por falta de mercado.

    Vinicius
    Seiva Business Travel

  3. Muito obrigado pelos seus comentários, Luciana e Vinicius.
    Sinceramente, eu esperava que as críticas chegassem primeiro, mas graças a Deus, me enganei.
    Isso é sinal de que estamos afinados com a realidade do mercado, o que é de extrema importância, já que não queremos que Viagem de Negócios seja mais um veículo que só publique o que as assessorias de imprensa enviam.
    Acredito que é essencial que um veículo como o nosso não só tenha opinião como também ajude a formar as opiniões de seus leitores, comentando as notícias, fazendo comparações, etc.
    Já disse uma vez que não pretendemos viver do mercado de turismo de negócios, mas sim para esse mercado. Temos de ser fermento na massa, fomentar, orientar, ajudar a direcionar e a crescer.
    Os exemplos da Lukatur e da Seiva mostram que o que escrevi não é fruto da minha minha imaginação, mas uma realidade concreta. Existem agências que, apesar do pequeno porte, estão sendo bem sucedidas ao explorar o mercado corporativo.
    Convido os dois a escreverem mais sobre o assunto, partilhando suas experiências e pontos de vista. Com certeza, muitos outros agentes irão poder se beneficiar com isso. E, claro, a nos enviarem notícias sobre novos clientes, eventos, etc.
    O que será que os outros leitores podem acrescentar sobre o assunto? Espero seus comentários!

    Abraços a todos,

    Amadeu

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